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Norte manteve a esperança de vida mais elevada à nascença e Área Metropolitana de Lisboa manteve a esperança de vida mais elevada aos 65 anos - 2017-2019
Tábuas de Mortalidade em Portugal
Norte manteve a esperança de vida mais elevada à nascença e Área Metropolitana de Lisboa manteve a esperança de vida mais elevada aos 65 anos - 2017-2019
24 de setembro de 2020

Resumo

A esperança de vida à nascença em Portugal foi estimada em 80,93 anos para o total da população, sendo de 77,95 anos para os homens e de 83,51 anos para as mulheres, no triénio 2017-2019.
A esperança de vida à nascença continua a ser superior para as mulheres, mas a diferença para os homens tem vindo a diminuir, sendo agora de 5,56 anos (tinha sido 6,02 em 2008-2010).
Por região NUTS II, foi no Norte que se verificaram os valores mais elevados para a esperança de vida à nascença, para o total da população (81,33 anos) e para homens (78,44 anos), e no Centro para mulheres (83,87).
As maiores diferenças de longevidade entre homens e mulheres observaram-se nas Regiões Autónomas da Madeira e dos Açores e as menores na Área Metropolitana de Lisboa.
Por região NUTS III, as maiores esperanças de vida à nascença foram observadas no Cávado (81,96 anos), na Região de Coimbra (81,58 anos) e em Viseu Dão-Lafões e na Região de Leiria (ambas com 81,45 anos).
A esperança de vida aos 65 anos em Portugal atingiu 19,61 anos.
Os homens de 65 anos de idade podem esperar viver, em média, mais 17,70 anos e as mulheres mais 21,00 anos.
Por região NUTS II, os valores mais elevados de esperança de vida aos 65 anos verificaram-se na Área Metropolitana de Lisboa, tanto para homens (18,00 anos) como para mulheres (21,48 anos).
A nível de região NUTS III, as populações que apresentaram a maior longevidade aos 65 anos foram as residentes nas regiões Região de Coimbra (20,27 anos), Terras de Trás-os-Montes (20,22 anos) e Região de Leiria (20,13 anos).

Apesar das circunstâncias determinadas pela pandemia COVID-19, o INE apela à melhor colaboração das empresas, das famílias e das entidades públicas na resposta às solicitações do INE. A qualidade das estatísticas oficiais, particularmente a sua capacidade para identificar os impactos da pandemia COVID-19, depende crucialmente dessa colaboração que o INE antecipadamente agradece.


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